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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Vida Após a Morte - Culto e Mensagem

1 – ABERTURA – Acolhida ( Música suave de fundo)

2 – LOUVOR – 2 hinos: Santo, Santo, Santo / Sê bem-vindo, ó Rei Jesus

Santo! Santo! Santo! Deus Onipotente, cedo de manhã cantaremos teu louvor. Santo! Santo! Santo! Trino Deus Clemente, és um só Deus, excelso Criador.

Santo! Santo! Santo! Clamam os remidos, entoando salmos diante do Senhor. Honra, glória e bênção rendem reunidos ao Deus de eterno, infindo e grande amor.

Santo! Santo! Santo! Deus que és majestoso, reinas com poder sobre a terra, céus e mar. Desde todo o sempre foste, ó Deus glorioso; tua grandeza nunca irá findar.

Santo! Santo! Santo! Deus que és sempre vivo, tuas obras louvam teu nome com fervor. Santo! Santo! Santo! Justo e compassivo, és um só Deus, supremo Criador.

Sê bem-vindo, ó Rei Jesus – és o amado que nossa alma anseia.

Sê bem-vindo, ó Rei vitorioso pelos séculos dos séculos. Amém! Amém!

Recebe a nossa adoração, aroma suave. Nossas vidas é o melhor que podemos oferecer a ti.

3 – ORAÇÃO

4 - HINO - Mais Perto Quero Estar

Mais perto quero estar, meu Deus de ti.

Mesmo que seja a dor que me uma a ti,

Sempre hei de suplicar: Mais perto quero estar.

Mais perto quero estar, meu Deus de ti.

Marchando triste aqui, na solidão,

Paz e descanso a mim teus braços dão.

Nas trevas vou rogar: mais perto quero estar

Mais perto quero estar, meu Deus de ti.

Minha alma cantará a ti, Senhor,

Perdão aqui terá por teu favor.

Eu sempre hei de clamar: Mais perto quero estar,

Mais perto quero estar, meu Deus de ti.

E quando a morte, enfim, me vier chamar,

Contigo, ó meu Senhor, irei morar.

Então me alegrarei, perto de ti meu Rei,

Perto de ti, meu rei, meu Deus, de ti!

6 – MENSAGEM DA PALAVRA DE DEUS

Tema: A Vida Após a morte

Introdução: Todas as religiões falam da vida após a morte. Esse assunto é objeto de discussão, estudo e especulação. Um exemplo disso é que hoje, novembro de 2006, todas as três novelas veiculadas pela Rede Globo exploram esse assunto: A novela das 6 (O Profeta – Marcos, desde cedo manifesta o dom da clarividência, conseguiu prever a morte do irmão, mas não evitá-la. Tem a capacidade de fazer profecias), A novela das 7 (Cobras e Lagartos – o Omar aparece para o Foguinho) e a novela das 8 (Páginas da Vida – Nanda aparece para os filhos). Qual é a verdade sobre esse assunto?

a) O que é a morte?

A morte não é a destruição total ou a nihilização do ser humano. Mas é a privação da vida física, causada pela separação entre o corpo e alma.

Ec 12.7: “O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”

b) Qual a causa da morte?

Deus criou o ser humano para que vivesse para sempre. Mas, com a desobediência, Adão e Eva incluíram a morte na história das suas vidas. Por causa do pecado, todos estão sujeitos a morte.

Gn 2.17 “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

Rm 6.23 “Porque o salário do pecado é a morte,”

Deus termina a vida dos seres humanos de várias maneiras: enfermidade, velhice, acidente, guerra, violência, etc... Em Belém foram mortas muitas criancinhas (Mt 2.16); Simeão faleceu muito velho (Lc 2.25-29). Seja qual for a causa da morte física, todos os seres humanos morrem por causa do seu pecado.

Sl 90. 7-10 “Pois somos consumidos pela tua ira e pelo teu furor, conturbados. Diante de ti puseste as nossas iniqüidades e, sob a luz do teu rosto, os nossos pecados ocultos. Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”.

c) A morte é universal

Nenhuma pessoa, de sã consciência, nega o fato da morte. É situação trágica. O ser humano quer viver, faz de tudo pra evitar a morte, mas finalmente deve morrer. Vejamos o que a Bíblia nos diz:

Hb 9.27 “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”.

Ec 3.1,2 “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou”.

Ec 9.12 “Pois o homem não sabe a sua hora”.

Rm 5. 12 “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.

Os cristãos carregam em suas vidas as conseqüências externas do pecado, tais como as outras pessoas, por isso também sofrem a morte física. Mas, há enorme diferença entre a morte do cristão e a do não cristão. Para o cristão a morte não é castigo, mas o passar desta vida para a vida eterna incomparavelmente mais feliz, uma mudança para melhor. Por isso, o cristão, pela fé, morre em paz (Lc 2.29: “Senhor, agora despedes em paz...”)

Os que estiverem vivos por ocasião da volta de Jesus não morrerão, mas serão transformados.

1 Co 51 “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados”.

1 Ts 4.16 “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”.

d) A morte não é o fim de tudo

Aprendemos na Bíblia que a morte física não é o fim de tudo. Falando do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, Jesus disse aos saduceus: “Ora, Deus não é Deus de mortos, e, sim, de vivos; porque para ele todos vivem” (Lc 20.38). Quando Abraão, Isaque e Jacó morreram, eles deixaram de existir fisicamente, com seus corpos, que foram sepultados; mas, continuam a viver como pessoas distintas, na eternidade, tanto que Jesus lhes chama pelo nome.

e) A existência continuada

O corpo material volta à terra. Pó ao pó (Gn 3.19; ec 3.20). Nesse estado, continua até a volta de Cristo para o juízo final (Jó 19.25-27: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim”; João 11.24: “Eu sei, replicou Marta, que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia”.). Sem o corpo, a alma não se dissolve, não desaparece, nem é absorvida pela essência de Deus, tornando-se parte dele. Sendo espírito criado por Deus, dotada de imortalidade, a alma continua a existir como entidade pessoal distinta. Vejamos alguns exemplos: O malfeitor pendurado ao lado direito de Jesus. A ele, Jesus disse: “Hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). A história do Rico e Lázaro mostra que a identidade pessoal não é destruída (Lc 16.22,23). O apóstolo Paulo deseja estar com Cristo (Fp 1.23). Essa existência separada continua até que a alma volte a ser unida com o corpo no último dia (Jo 5.28,29: “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”).

f) Onde estão as almas?

No momento da morte, as almas daqueles que creram em Jesus Cristo como seu salvador entram na alegria do céu. Jesus disse ao malfeitor: “Hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Estevão disse na hora da morte: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (At 7.59). Todo aquele que morre no Senhor é bem-aventurado “desde agora” (Ap 14.13).

Os espíritos dos incrédulos também vão para o seu destino horrendo: Eles estão “em prisão” (1 Pe 3.19,20). Judas foi para “o seu próprio lugar” (At 1.25). A parábola do Rico e Lázaro ensina que, o ímpio, depois da morte, está em tormento (LC 16.23). As almas permanecem no céu ou no inferno até o dia do juízo, quando serão reunidas com seus corpos. Os crentes verão em sua carne a Deus (Jó 19.25) e os incrédulos irão de corpo e alma ao tormento eterno (Mt 10.28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”).

g) Não há comunicação entre vivos e mortos

ð Os mortos não nos conhecem: Is 63.16; Ec 9.5

Is 63.16: “Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor é o teu nome desde a antiguidade”.

Ec 9.5 “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”.

ð Eles não vêm ao mundo nem em missão de graça: Lc 16.27-29: “Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos”.

ð Há apenas dois destinos: Dn 12.2; Mt 7.13,14

“Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno”.

Mt 7. 13 “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela”.

i) Quando se decide o destino eterno?

Jesus diz que “Quem crê e for batizado será salvo e quem não crê será condenado” (Mc 16.16). Depois da morte, não há oportunidade para melhorar de situação, segunda prova, outra oferta de graça e perdão. “Morrendo o perverso, morre a sua esperança, e a expectação da iniqüidade se desvanece” (Pv 11.7). “Eis agora o dia da salvação” (2 Co 6.2). “Aos homens está ordenado morrer uma só vez e, depois disso, o juízo” (Hb 9.27). A questão sobre se alguém vai ao céu ou ao inferno não será decidida no dia do juízo. Mas no momento da morte. “Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Jo 3.36). O Juízo do último dia é o grande final do presente mundo. Nele a sentença pronunciada sobre o indivíduo na morte será confirmada publicamente e será estendida ao corpo que, até então, retornou ao pó, de onde veio. Aquele que continua na fé até o fim nada tem a temer para sua alma depois da morte, nem para o corpo e alma no dia do juízo (Ap 2.10; 14.13):

Ap 2.10 “Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”.

Ap 14,13 “Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham”.

7 – ORAÇÃO

8 – PAI NOSSO

9 – BÊNÇÃO

10 – ORAÇÃO SILENCIOSA ( fundo Musical)

11 – LOUVOR FINAL: Hino 412 - “A minha fé, Senhor”

A minha fé, Senhor, ponho em teu grande amor

E em teu poder. Ouve ao que vem clamar

E humilde suplicar: Teu sempre e sem cessar

Desejo ser

Meu coração sustém e guia em todo o bem

Meu caminhar. Dá-me, ó Jesus, Senhor, por ti maior amor; só para o teu louvor me vem guardar!

Quando eu, Senhor, andar, e triste vaguear

Na treva e dor, ajuda-me, ó Jesus, e muda a sombra em luz, tornando leve a cruz por teu favor.

E quando, para mim, a vida já ao fim, eu vir chegar

Ó santo salvador, nas tuas mãos de amor, sem susto e sem temor, eu quero estar.

Autor: Rev. Sílvio (?)

Sermão de Final de Ano

Sermão para o dia 31 de dezembro de 2005

Fim de Ano e Ano Novo

Gramado – RS

TEXTO: Lucas 13. 6-9

TEMA: “Deixa-a por mais um ano”.

Estimados em Cristo Jesus.

1) Uma figueira na vinha.

- Ela foi plantada por alguém. Ela não nasceu sozinha, por acaso.

- Nós fomos plantados na vinha do Senhor.

- Na igreja, na casa de Deus. “Somos como árvores plantadas na casa do Senhor, que florescem nos pátios do templo do Senhor”. Sl 92.13

- A vinha está muito bem protegido: Cercada, uma torre, trabalhadores. É a igreja de Cristo.

- Nós não fomos plantados em qualquer lugar. Jogado às traças, ao relento, ao abandono.

- O Senhor cuida de sua vinha.

2) A figueira na vinha.

- Era costume ter figueiras na vinha. Ela se destacava sobre a parreira porque chegava a 6 metros de altura.

- Era um fruto muito estimado e medicinal na época.

- Sentar-se debaixo de uma figueira era sinônimo de paz, de tranqüilidade na casa. Jesus chamou Felipe que descansava debaixo de uma figueira.

- Aplicação: “Sombra e água fresca”. Anelamos e não vamos ter. Também na igreja. Ninguém pode ficar na sombra. Há muito trabalho para fazer.

- Deus fala: “Vai tudo bem”, quando na verdade tudo vai mal” (Jr 6.14) .

3) A grande lição da figueira.

- Ela leva três anos para produzir

- Os frutos, dos três primeiros anos, eram proibidos. Lv 19.23-26

- No quarto ano pertenciam ao Senhor.

- Durante três anos veio buscar fruto.

- São dez anos. Com chance de sobrevida por mais um e no fim ainda depende do seu dono.

4) A lição para nós.

- São dez anos de vida. Nada de frutos. Verde, cheio de vida. A queixa: “Está tirando a força da vinha”.

- O texto não fala, mas é óbvio o investimento. Na vinha e na figueira.

- Deus amou seu povo. Deus enxertou seu povo a ele. Jesus se entregou pela vinha. Deu sua vida.

- Não apenas verdes. João Batista reclama: “Produzi pois frutos dignos do arrependimento”. O machado já está posto a raiz das árvores. Ele propõe o corte, para não brotar de novo.

- Faz três anos que venho buscar fruto. Ele vem buscar na minha vida. Quantas vezes ao longo deste ano que passou? A figueira produzia, na época, durante dez meses. A possibilidade de encontrar fruto era grande.

- Evidente está, que se não há frutos, algum problema tem com a planta.

- Jesus amaldiçoou uma figueira por não ter frutos, e no outro dia estava seca.

- Deus vem buscar frutos. Ele manda seu Filho, não empregados. Uma vez o mataram. Mas Ele vive. Ele vem de novo.

- A possibilidade de encontrar frutos é muito grande. Há poder. Há palavra. Há E. Santo. Há Santa Ceia.

- As vezes Deus vê seu investimento ser levado pela chuva. O crescimento que vem de Deus, só resultou em folhas.

4) A primeira solução:

- Corta a figueira. Ela já mostrou que não tem condições de produzir. Joga fora, ao fogo. Está tirando a força das outras plantas.

- É Deus reclamando do seu povo de Israel. Muitas vezes queria destruí-lo em função de sua incredulidade.

- Lá vinha Moisés com sua oração. Deus se arrependia. Deus mudava de idéia.

- Aqui o cuidador intercede: Deixa-a mais este ano. Vou afofar a terra. Vou mexer na raiz. Cortar alguma. Vou colocar adubo.

- Nós vamos mexer na raiz. Na base. No coração. Na vida. Com a Lei, mas especialmente o evangelho. Nós vamos fazer o trabalho do Bom Pastor, de buscar a ovelha perdida.

- Aqui está o trabalho missionário. É não apenas esperar frutos, mas é chegar perto das pessoas, olhar para dentro delas e ver quais são os problemas; colocar-se como uma ajuda para que no ano que vem haja frutos.

5) A situação hoje:

- A diretoria pega o fichário e faz uma limpa. Vontade dá e tem muita gente que faz.

- Não. Nós vamos apostar em todas as nossas figueiras. Vamos deixá-la por mais um ano. Já são dez, quinze. Ela vai ficar.

- A decisão de cortar ainda é do dono. “Se ela não produzir, então tu mandarás corta-la”. A decisão e o poder de cortá-la são de Deus.

- Deus reclama soluções de nós. Ação nossa. Temos aqui cinco pães e dois peixes. Para Jesus isso basta. O resto é por conta dele.

5) Deixa-a por mais um ano.

- Pode ser que Deus queira colher algumas figueiras em 2006. Que Ele faça a sua vontade.

- Ele não vai encontrar nenhuma sem frutos. Por isso, seja você um cuidador, um jardineiro, tome conta de sua plantação em casa, na sua vila, no seu trabalho. Fale de Jesus. Fale de Deus. Fale do seu amor.

- Ainda é tempo de adubar. Adubo tem. Estamos à espera de cuidadores. A seara é grande. Faça a sua parte me 2006. Deus nos abençoe. Amém.

Autor: Rev. Ilmo Riewe - Gramado RS